sábado, 19 de novembro de 2016

Os líderes são pessoas como nós.

As vezes esquecemos de nossos defeitos e imperfeições e pensamos que nossos líderes não podem errar e nem mostrar fraquezas...

Estamos enganados se pensamos assim. Nossos líderes são tão fracos e imperfeito como nós somos, sendo assim, precisamos desenvolver a paciência e o amor por eles, apoiá-los em seus chamados e em suas decisões.

O Bispo e seus conselheiros, bem como outros líderes na Igreja, exercem uma grande responsabilidade em dirigir e acompanhar cada indivíduo, e mesmo tendo que cuidar de sua própria família.

Precisamos lembra sempre em nossas orações para que o Senhor possa abençoá-los.

Algumas outras dicas contribui para que eles possam receber nosso apoio, como ligar para saber se eles estão bem, se precisam de nossa ajuda com algo ou se colocar a disposição para executar alguma tarefa ou designação.

Pensem bem, eles são pessoas como nós... e precisam de nossa ajuda sempre.

“Talvez tenhamos maior caridade quando somos amáveis uns com os outros, quando não julgamos ou classificamos as pessoas, quando simplesmente concedemos aos outros o benefício da dúvida ou permanecemos calados. Caridade é aceitar as diferenças, fraquezas e imperfeições dos outros; ter paciência com alguém que nos aviltou; ou resistir ao impulso de ficar ofendido quando alguém não age da maneira que esperávamos. Caridade é recusar-se a tirar vantagem da fraqueza de outra pessoa, é ter o desejo de perdoar quem nos ofendeu. Caridade é esperar o melhor dos outros.”
Élder Marvin J. Ashton (1915–1994), do Quórum dos Doze Apóstolos, “A Língua Pode Ser uma Espada Afiada”, A Liahona, julho de 1992, p. 19.


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